ANIVERSÁRIO: MAIS UM ANO E MAIS UNS QUILINHOS...
05.03.2010
Como hoje sexta-feira - e uma sexta de aniversrio - tenho que fazer aqui um agradecimento nomelhor estilo "docemente constrangido".
Foram muitas as manifestaes de carinho ao longo do dia, tanto por parte de familiares, amigo e colegas de trabalho. Alis, esse ltimo grupo merece um destaque maior hoje, sabia?
Absolutamente comprometido com o aumento do meu peso - que tanto luto para reduzir -no economizaram neste dia: foram nada menos que4 bolos de aniversrio!
A festacomeou ainda ontem, na sala de maquiagem. O objetivo era fazer com que todos participassem da festinha j que alguns colegas sairiam em frias hoje -inclusiveuma das maquiadoras que mais so "mes" do queprofisionais responsveispor me fazer um pouco mais "apresentvel" na televiso.Teve bolo, balo, salgadinhos e toda sorte de doces, daqueles que voc fica mais pesado s de olhar!
Vai um pedao a?
Hojea dose se repetiu com dois bolos do jornalismo. Um deles num "golpe" dado na sala do Wagner Montes. A desculpa era que o Wagner tinha um presente para me dar e precisava que eu fosse sala dele. Chegando l, o presente foi um caloroso "parabns pra voce"!
Como se comer tudo isso no fosse o suficiente, fui chamado cantina da emissora. At a tudo normal j que hoje sexta-feira, dia de uma tradicional e deliciosa feijoada. Quando j estava com o prato na mesa, mais uma surpresa: outro bolo e mais um parabns! Junto com outros dois colegas que tambm aniversariam no mesmo dia... comemos mais um bolo! Antes de terminar, mais um: chega minha editora-chefe com um bolo de chocolate e a "tropa de elite" do RJ Record.
O que tem mais peso nisso tudo - alm dos quilinhos que ganhei - valelembrar: o carinho dispensado por cada um que compareceu e trouxe um abrao. O agradecimento no seria completo sem lembrar do presidente do RECNOV, Marcelo Silva e do novo presidente da Record Rio, Carlos Geraldo, que no esqueceram tambm da data.
O que mais eu teria para dizer hoje? Nada alm de um muito obrigado s mensagens aqui no blog, no Orkut - que no consigo responder como gostaria - no Twitter e tantas outras demostraes de carinho que chegam pessoalmente.
Um aniversrio assim faz valer a pena ficar mais gordinho e ao mesmo tempo mais velhinho tambm...
Obrigado a todos, e um excelente fim de semana!
J sabe: divirta-se com responsabilidade!
Fbio Ramalho
MORADOR E TRAFICANTE: RELAÇÃO COMPLICADA....
03.03.2010
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 04/03/2010 às 13h47
Como poucas palavras as vezes dizem muito, né?
Um comentário me chamou muito a atenção depois desta postagem. No texto original eu falava sobre a relação delicada entre moradores e traficantes em uma mesma comunidade. Muitos moradores "de bem" se manifestaram. Mas o "outro lado" da moeda também resolveu falar. Veja só:
"...A população depende mais do tráfico do que da polícia. O estado faz pouco dentro das comunidades. Vem passar aqui um dia e você vai ver como nós assistimos mais a população do que o governo..."
"Nós"? como assim "nós"? Posso entender pelo texto que quem comentou é ligado ao tráfico de drogas?
Só para lembrar: é o crime organizado - independentemente de ser para o tráfico ou não - que produz cenas como esta abaixo. Não é esse o apoio que a comunidade precisa... com toda certeza.
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POSTAGEM ORIGINAL:
Não há dicionário da língua portuguesa que confirme: morador de comunidade realmente não é sinônimo de bandido. O tráfico de drogas sempre tenta fazer essa associação. Os bandidos querem retaliar a polícia - seja por prisões, incursões ou qualquer outro motivo - e deixam os próprios vizinhos na berlinda.
Quando um ônibus é incendiado, exatamente como aconteceu na noite passada na Cidade de Deus, o trafico não assume. Diz que foi a “comunidade”. Esse tipo de generalização é perigosa e injusta.
Ônibus queimado na Cidade de Deus: a culpa foi do tráfico. Foto: "O Dia"
Quer ver incongruência ainda maior? É morador que ainda “idolatra” traficante! Como respeitar quem deixa esse tipo de “passivo” para o comunidade inteira? Não há como chamar de outra forma uma ação como esta de colocar fogo em ônibus com 25 pessoas dentro: é ATENTADO. Atentado bem ao estilo de grupos do Oriente Médio. Pelo menos estes, lá longe, assumem seus atos terroristas.
Está na hora de mudar a lei. Hora de rever a questão de pessoas que colecionam crimes e mais crimes em fichas longas na polícia e que ainda estão nas ruas. Não precisa ser perito em segurança público para saber que são sempre os mesmo criminosos em ação.
Numa matéria que mostramos hoje, estava a prisão do “Sapão” - traficante da zona sul, escondido na zona norte - depois da instalação da UPP, a “Unidade de Polícia Pacificadora”. A ficha criminal dele tinha 3 metros de comprimento, muito mais que a própria altura do rapaz! Se já respondia por tantos crimes assim, porque ainda estava solto e chefiando o tráfico em outros pontos da cidade?
Tá na hora de mudar. Tá na hora de rever essa lei que tolera a volta às ruas de pessoas assim. Exceções acontecem, claro. Mas como disse antes, no Rio de Janeiro a sensação é que são sempre os mesmos. Presos de hoje, reincidentes - na grande maioria - de amanhã.
VANCOUVER: A VIAGEM ACABOU
01.03.2010
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 02/03/2010 às12h46
Só para atualizar o assunto, além de agradecer os comentário de telespectadores e de colegas da Record News, vou postar aqui um texto retirado da imprensa especializada. Acho que vale uma lidinha!
Aproveito ainda para pedir desculpas pelos problemas que estamos tendo em relação ao envio de comentários aqui no "blog". Nossa informática já tomou conhecimento e está providenciando melhorias no blog, ok? Nossas desculpas pelos transtornos!
"A Rede Record entrou para a história ao ser a única TV aberta do Brasil a transmitir os Jogos Olímpicos de Inverno – Vancouver 2010. A emissora colocou no ar quase 80 horas de competição e mais de 20 horas de informações nos telejornais. Nunca nenhum país tropical fez uma cobertura tão completa dos Jogos Olímpicos de Inverno.
A Record News também marcou presença em Vancouver. Foram mais de 260 horas transmitidas de esporte na neve e no gelo.
A Record mobilizou uma equipe de 80 profissionais e conseguiu aproximar os inusitados esportes de inverno do público brasileiro. Uma equipe tão grande de um país sem neve chamou a atenção da imprensa internacional. Os profissionais da TV japonesa NHK acharam a estrutura da Record tão surpreendente que transformou a redação da emissora brasileira em tema de reportagem.
Com quase 300m², a redação da Record era uma das mais bem equipadas do centro de imprensa. A bancada dos telejornais, cercada por vidros transparentes e com vista para a Baia de Vancouver, estava em um dos lugares mais bonitos da cidade.
Após esquentar os Jogos Olímpicos de Inverno, a equipe da Rede Record volta para casa com o sentimento de dever cumprido. A próxima etapa Olímpica será nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011."
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POSTAGEM ORIGINAL:
Foram 17 dias em que nem foi preciso quebrar o gelo. Logo no "embarque" uma recepção calorosa deixou claro que eu estava entre amigos em São Paulo. De frio mesmo só o dia-a-dia nevado de Vancouver num passeio que começou muito antes da Olimpíada começar.
Tão perto e tão longe ao mesmo tempo, me senti lá sem sair daqui. Aprendi a “viajar” virtualmente de Vancouver a Whistler, Richmond, a Surrey e a West Vancouver. No meu “trem imaginário”, a janela que dava para as paisagens mais impressionantes não tinha mais que 14 polegadas: era meu monitor. E como tinha gente comigo nessa viagem, viu?
Bastidores da Record News: orientações antes de entrarmos no ar.
Gente que profere cumprimento japonês regado a “muita luz” como saudação. Gente que apesar de não ser japonesa me conduziu no ar com paciência oriental pelo ponto. Gente que não veio da terra do sol nascente, mas antes de cada dia nascer, planejava com precisão cirúrgica, escalas, horários de transmissões e meus próprios horários de entrada e saída desse “vagão imaginário”.
Gente que agita umas cervejas e caipirinhas quando o trem faz uma pequena parada em alguma estação gelada no meio do caminho, só para celebrar a minha viagem tão bacana. É “gente como a gente” que nessas horas tira o uniforme de técnico e vira "atleta" como todos nós.
Gente que deixa tudo bem claro, “preto no branco” assinando um "atestado coletivo" de que “foi bom você estar a bordo”.
Lembranças gravadas: gente que deixa o carinho claro, "preto no branco".
Que conclusão poderia eu chegar sobre essa gente que ri junto comigo a cada tombo no ringue de patinação no gelo; que me passa os e-mails de elogios escritos por quem está acompanhando essa viagem sem sair do sofá? É simples concluir alguma coisa disso: gente “melhor não há” para trabalhar com tanta competência e respeito.
Obrigado maquinistas, obrigado tripulação! Foram “férias” bacanas onde o trabalho passou pela janela do trem, bem rápido, sem deixar seu peso da nevasca.

Montanhas de Vancouver: paisagem na janela desse trem chamado "televisão".