PODE FALAR NOME DE SANTO NA RECORD?
20.01.2010
Comentários
Gilberto Massis Carlos - gilcarlos@uol.com.br - 20/01/2010
Quebra de tabús e nada de demagogia. Fábio, acho que o maior passo é voc~e poder tocar nesse assunto com tranquilidade e explicar o que se passa. Acredito no seu relato. Parabéns pela coragem!
Roberta - roangel23@hotmail.com - 20/01/2010
Fábio, procurei no wikipédia e vi que a informação confere: a Record inclusive participou do pool de emissoras que cobriram a vinda do Papa. É verdade que houve orientação para não chamar bento XVI de sua santidade?
Gilson Lima - gilsonmala@gmail.com - 20/01/2010
Fábio, surpreendente ler sobre isos num blog de alguém da Record e hospedado em um site da Record! Muito interessante mostrar este outro lado da moeda.
Fabio Ramalho - fabioramalho@terra.com.br - 20/01/2010
RESPOSTAS:
GILSON - Não pode haver assunto tabú para uma emissora que tem como lemas Jornalismo de primeira e a caminho da liderança. Esse assunto não é tabú, não é esqueleto no armário. Quem bom que viu isso positivamente!
ROBERTA - Mas como chamar de santidade uma figura religiosa que, apesar de importantíssima, não representa liderança em fé para 100% dos brasileiros? Se pararmos para pensar, o correto é trata-lo como a Record o tratou: como Papa, líder da igreja católica, e não como líder religioso de todo o país. Essas orientações, se existiram mesmo como vi no wikipédia também, não me pareceram arbitrariedades. Apenas cuidado para se evitar excessos. Cobertura limpa, imparcial não diz que o papa é santidade. Quando muito diz que ele é considerado santidade por muitos católicos. Ponto. Percebe a diferença?
GILBERTO - Obrigado pela confiança! É asism que a gente cresce. E esse crescimento é pessoal, meu também, o que vou levar para qualquer lugar que venha a trabalhar no futuro!
Marco Paulo - Rocinha - mpcosta@uol.com.br - 20/01/2010
Show de bola falar disso. Tenho parentes que já trabalharam na Record e me diziam coisas parecidas, hoje vejo que, vindo de você, dá para acreditar. Bom feriado de SÃO SEBASTIÃO!
Mirian Barbosa - mirian.barbosa@yahoo.com.br - 20/01/2010
Q VERGONHA O NOSSO BRASIL DE PAPELÃO ESTÁ PASSANDO NESTE FINAL E INICIO DE ano hein!!???.....pense nesta frase: O MINISTÉRIO DA ÉTICA E RESPEITO ADVERTI:CUMPRIR PROMESSAS FEITAS EM ANO ELEITORAL FAZ BEM A POPULAÇAÕ E LIVRA SENHORES REPRESENTANTES POLITICOS DESTA VERGONHA INTERNACIONAL....."
Alessa Marcelino - recadosdalelleca@gmail.com - 20/01/2010
Olá mais uma vez Ramalho! Que bom poder ouvir esta explanação, não errei a palavra não! Foi explanação mesmo, que quis dizer! Principalmente vindo de alguém que trabalha na emissora. Neste post você deixou bem claro, o que é trabalhar com profissionalismo. Realmente, é preciso que as pessoas entendam e saiba separar, o que é jornalismo e o que é crença. Tenho notado que ao longo dos anos a TV Record tem sim, se empenhado em levar ao público de todas as classes e independentes de religião, aquilo que ela está mostrando atualmente que sabe fazer: um jornalismo verdade! Encerrando: Eu brinquei com você no Orkut, que hoje é feriado no Rio, mas que jornalista tem que trabalhar né? Aqui em Niterói, não é. Mas é aniversário do meu pai. Adivinha o nome dele? Te dou um doce se acertar! Rs Vejo você mais tarde no RJR. Abraços!
Mirian Barbosa - mirian.barbosa@yahoo.com.br - 20/01/2010
olá!!!!!!!!!!!!vivemos em um país democratico....,por isso temos o direito de expressão e crença no q acharmos mas confiavel é isso e ponto!!!!como o meio d comunicação de tamanha grandeza q é o televisionado ñ pode nunca se prender a esses detalhes,principalmente a excelente equipe de jornalismo q hoje compoe o jornalismo da tv rede record,ñ acha?????acredito no bom senso de todos os profissionais da mesma"afinal religião e futebol ñ se discute e sim se acredita e torce"bjkitas!!
ELIZA MALISZEWSKI - elizaxdx@hotmail.com - 20/01/2010
Isto é fazer jornalismo. Isenção acima de tudo. Se um profissional de comunicação começar a escolher que assuntos publicar ou divulgar a imprensa estará perdida, ou mais do que está. Esperamos que estas "liberdades" não terminem com as restrições que o governo deseja fazer.
Bruno - xxx@xxx.com.br - 20/01/2010
Chamar o papa de Sua Santidade não significa dizer que ele é o líder religioso de um país. E lembro que existia sim essa orientação para não mostrar imagens de santos, quando trabalhei na TV Record. Ainda bem que tudo mudou, então. Um viva para o jornalismo que, pelo que parece, prevaleceu.
Fabio Ramalho - fabioramalho@terra.com.br - 20/01/2010
RESPOSTAS:
BRUNO - O raciocínio é que ele só é santidade para aqueles que professam aquela fé. Não poderia chamar de santidade quem não representa santidade a quem não é católico. Não duvido que isso tenha acontecido, mas não podemos duvidar que progressos nesse sentido e na mentalidade da emissora também aconteçam. Valeu pelo comentário!
ELIZA E MIRIAN - Obrigado e siabam que assino embaixo!
ALESSANDRA - Um comentário de um colega no twitter expressou bem esse sentimento: muita gente ainda confunde jornalismo com idealismo. Show de bola!
Aline Bastos - alybastos@yahoo.com.br - 20/01/2010
Concordo, a Record é uma emissora e não uma igreja. Parabéns pelo seu profissionalismo. Bjs
Leonardo - ldias@hotmail.com - 21/01/2010
Fábio, ese tipo de discussão é muito mais produtivo do que imaginamos. Isso tira um possível ranso que muita gente pode ter de um momento que não pertence mais a Rede Record ou mesmo a Igreja Universal. Não sou seguidor, não sigo cultos, mas como estudioso que sou e interessado por estes assuntos, consigo ter uma visão imparcial da Record desde a cobertura da vinda do Papa. Parabéns por tocar num assunto que muita gente tem medo de falar... e mais, por explicar o que muitos sempre quizeram saber mas não tinham a quem perguntar.
Júnior - Pavuna - jrcampos2@uol.com.br - 21/01/2010
Fábio, porque essa explicação não está no R7? Tenho certeza que daria um excelente assunto para disucssão em sala de aula. Sou professor e queria pedir para mostrar seu texto em sala de aula. Dou aula sobre televisão na Estácio de Sá.
Alessa Marcelino - recadosdalelleca@gmail.com - 21/01/2010
Ramalho, eu vejo que a conversa esquentou no blog! Rs Puxa, assim com esse desafio você me complica! Rs Uma pena que ainda existam pessoas que, como você mesmo disse pensam pequeno. É como diz o antigo ditado. E bota antigo nisso: Religião, Política e Futebol, não se discutem! E para isso existe o livre arbítrio. Um depoimento pessoal: Eu sou católica, praticante desde que nasci. Sou sobrinha de padre. Tenho o papa Bento XVI como o chefe da Igreja que eu acredito. Mas nem por isso, me dá o direito de achar que todos têm que seguir a mesma crença. Cada um segue o que acha melhor para si. Agora, o que não se pode é confundir as coisas e ser hipócrita!
Alessa Marcelino - recadosdalelleca@gmail.com - 21/01/2010
Continuando... Imagina, se meu chefe é evangélico eu sou católica, então vou seguir a religião dele, só para agradá-lo? Profissão é uma coisa e religião é outra e ambos seguem por caminhos totalmente diferentes! Se cada pessoa fosse admitida numa determinada profissão pela crença que segue? Rs Com certeza haveria muito mais gente desempregada neste país, onde existem várias crenças: católicos, espíritas, evangélicos, umbandistas, sei lá quantas! Nem sei se você concorda! Encerrando... Apesar de não morar no Rio, acho duvidoso alguém conseguir né, Ramalho passar por esse desafio. Só acho que você deveria ter acrescentado mais um item, sabe qual é: O mar da hipocrisia! Que tal, hein? Com certeza muita gente seria arrastada pelas ondas! Vejo você no RJR! Até!
Luciane Tinoco - luvic07@yahoo.com.br - 22/01/2010
Fábio, estive um pouquinho ausente,pois estava participando de um processo seletivo, mas estou de volta. Muito bom o post, isso precisava mesmo ser falado e discutido, e aqui no blog, as pessoas são inteligentes e educadas, sabem expressar suas opiniões com respeito. Tudo isso que você escreveu mostra o que é o jornalismo imparcial, jornalismo de verdade, o jornalismo feito para cumprir o seu dever que é passar a informação. A Record só tem a ganhar com isso porque sabemos que outras emissoras usam seu jornalismo para influenciar os telespectadores a respeito de tudo, pricipalmente política e religião. Um abraço
Ruan Silva - ruan-rio2009@hotmail.com - 22/01/2010
Para mim esse negócio de não falar de santos,evangélicos e etc... não há nenhum problema na TV.